TEMPLO SHAOLIN DO SUL

Fukien ou o Templo Siu Lam do Sul foi construído em Gau Lin Shan na província de Fukien próximo as bordas da província de Gwan Dung. Construído em 1399 d.c. durante a dinastia Ming, o templo foi  tornou-se conhecido como “Siu Lam do Sul” antes de ser completamente destruído durante a dinastia Ching (1644 – 1911 d.c.).

 

Durante sua breve existência, o templo do sul teve boa reputação nas artes marciais, mas esta reputação estava decaindo devido a muitos alunos deixarem o templo antes de se graduarem. Assim, o nível de habilidade de uma pessoa média que deixou o templo começou a diminuir. Estes supostos mestres ajudaram a degradar a reputação do templo do sul. Para contrariar esta tendência, o abade Jee Sim See (Sim See significa mestre zen) colocou Hung Yan Sim See no comando de trinta e seis câmaras. Aqui, os monges guerreiros de Siu Lam e discípulos “com a barba por fazer” aprenderam a arte marcial de Siu Lam de uma forma paço a paço, não avançando até que cada habilidade tenha sido dominada. Um Discípulo “com a barba por fazer” era uma pessoa que ficava no templo para aprender as artes marciais e não tomava o voto budista e tornava-se um monge.

 

A Jee Sim também é creditado a criação da sala do “boneco de madeira”. O sala do “boneco de madeira” foi cosntruído no Lohan Tung ou Salão de Buddha. Os dezoito bonecos de madeira serviam para testar as habilidades de kung fu dos potenciais graduandos. Um homem que tem a reputação de ter passado neste teste foi Hung Hei Guen, que depois foi considerado o fundador do sistema Hung Ga.

 

Muitos grandes mestres treinaram neste templo. Depois do final da dinstia Ming, os legalistas desta dinastia usaram o templo como quartel general no Sul da China. Eventualmente, o imperador Ching, Hong Hei (1662 – 1723 d.c.) descobriu o fato e ordenou a dois generais Chan Man Yiu e Jeung Gim Chao a levarem tres mil soldados e destruírem o templo.

 

Depois de adquirir algumas informações sobre o templo e seus monges, o general Chan Man Yiu descobriu um túnel secreto que poderia ser usado para sair do templo e chegar do outro lado da montanha sem ser visto. Tendo conhecimento deste túnel avançou seus soldados aos pés da montanha e enviou um ultimatum de que os monges deveriam deixar o templo em três dias ou seriam todos mortos.

 

Alguns monges ficaram enraivecidos pelo ultimatum do general e decidiram atacar suas tropas usando arcos e flechas, matando assim mais de cem soldados. O general Cham Man Yiu ordenou a seus homens que ateassem fogo ao templo. Enquanto o general fazia isso, o líder dos monges, Ching Cho, ordenou a seus monges que escapassem pelo túnel, mas eles não sabiam que o general tinha preenchido a saída do túnel com barris de pólvora  e muitos monges ficaram presos no túnel e morreram. Ching Cho decidiu  então que os sobreviventes deveriam retornar ao templo, mas ja era quase manhã e o templo estava quase todo queimado até o chão, então ordenou que todos se encontrassem mais tarde no rio Wu Lung.

 

No rio, estavam apenas cinco homens, cinco sobreviventes, eles eram Wu Dak Dai, Choy Dak Jung, Lei Sik Hoi, Fong Dai hung e Ma Chiu Hing. Estes homens, mais tarde, foram honrados e conhecidos como Ng Jo ou os Cinco Ancestrais. Eles concordaram em se dividirem para que assim nunca fossem pegos juntos. Eles então poderiam formar associações pró-Ming. Ainda existe hoje um sistema chamado ng Jo Kuen que nos lembram destes homens. Eles espalharram a arte marcial de Siu Lam por toda a China através das pessoas comuns.

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